O espelho, uma ferramenta

June 1, 2016

 

Que tal uma vida que resgata os elementos da aprendizagem humana? Se você gosta dessa ideia continue lendo.

 

Tem um filósofo do conhecimento chamado Paul Feyerabend, austríaco que viveu em vários países europeus e ele acreditava, assim como eu acredito, que um dos atributos mais importantes para o desenvolvimento da humanidade é a pluralidade de modos de vida.

 

Jeitos diferentes de se viver e se fazer as coisas, simples como celebrar a diversidade como um dos principais pilares da sabedoria de nossa espécie.

 

Colaborar com pessoas que, assim como eu, resolveram embarcar em percursos de aprendizagem independentes ou que estão pensando em fazer isso é o que desejo. Os três pilares do meu trabalho, coaching, mentoring e facilitação de processos de aprendizagem se fundem nessa proposta. 

 

Gosto da ideia de pensar junto com educadores, consultores e facilitadores, lideranças, empreendedores, pesquisadores, estudantes e entusiastas por uma nova forma de aprendizagem. Se você está entre esses, escreva, comente, sugira, adoro contribuições. Embora eu seja de outra geração minha palavra também é compartilhar ;-)

 

Sou uma facilitadora de processos e porque não dizer “pesquisadora de inovações de aprendizagem”. Bonito o título, né? O critério que uso? O da diversidade. Já li e experimentei ferramentas de origem africana, europeia, indígena, australiana, indiana, norte-americana e brasileira. Aqui convivem ciência, arte, filosofia, mitologia, antroposofia, sabedoria indígena e aborígene, antropologia e espiritualidade. Um pouco de tudo, um tudo de muito.

 

O convite é para um “banquete” de metodologias escolhidas. Cada um se serve do que quiser. E como todo ponto de vista é somente a vista de um ponto fique a vontade para participar.

 

Por onde começar então? Pelo começo, pelo Pensar, Sentir e o Querer que são as “ferramentas” da alma porque dão forma e concretizam nossa experiência de vida.

 

Entender melhor como nós operamos essas três capacidades é um passo firme de autoconhecimento. Pense um pouco nas pessoas que você conhece: existem aquelas que expõem de forma acurada um raciocínio e formulam conceitos com facilidade. Em geral, essas pessoas são ancoradas no Pensar. Há aqueles mais sensitivos, que falam muito das emoções e são mais sonhadores, isto é, têm a dimensão do Sentir aflorada. Existem ainda as pessoas completamente voltadas para a ação, mas que costumam refletir pouco quanto às consequências do que fazem. São voltadas para o Querer.

 

Buscar o equilíbrio entre essas três dimensões traz coerência e felicidade.

 

Lembre-se: a principal diferença entre uma caixa de ferramentas e um livro de receitas é que receita a gente segue e ferramenta é pra gente inventar é com elas inventamos novas realidades porque nos fazem mais confiantes para agir.

 

 

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