#dica 4 Comunicação Não Violenta, Empática - a arte de jogar Grok


O GROK é um jogo criado para aqueles que praticam a CNV. Portanto temos que fazer algumas adaptações quando se trata da Comunicação Empática. Ele é um material versátil e adaptável conforme sua necessidade e criatividade.


As dicas a seguir são um guia, sugestões de como utiliza-lo, não um limitante. Sinta-se livre, e convidado, a explorar novas possibilidades e transformar as já existentes.

Dicas de como eu jogo e sugestões de possíveis aplicações.


1) - Habilidades sócio-emocionais


Implicitamente, todos os jogos propõem o fortalecimento de habilidades socioemocionais. O grande desafio é tornar visível e palpável este aprendizado. Para extrair mais seu potencial, após uma forma de jogar traga perguntas de reflexão para serem respondidas individualmente e/ou em grupos. Use-o em conjunto com metodologias colaborativas (ex: arte de anfitriar, design thinking, business model canvas).


2) - Mediando um conflito


Ao mediar conflitos, as cartas podem ser um apoio para ambas as partes olharem juntas aquilo que é importante para si e para o outro. Também pode apoiar as pessoas a falarem a partir do seu mundo interno e reduzir a acusação, desconstruir a figura do inimigo, encontrar novas soluções para o conflito em questão. Pode ser para gerar conexão entre duas ou mais pessoas.


3) - Atendimentos individuais e em grupo


Em sessões de terapia e mentoria, voltados para o autoconhecimento é possível usar as cartas do GROK como objeto intermediário e apoiar o processo. Sugestões:


• Espalhe as cartas sobre a mesa com as palavras viradas para cima

• Dê para a pessoa um dos baralhos e peça para ela separar as cartas que se aplicam à situação, integrando estas informações na conversa.

• Peça para a pessoa organizar as cartas que ela escolheu sobre a mesa conforme fizer sentido para ela


4) - Jogando com crianças e adolescentes


É possível jogar GROK com pessoas de qualquer idade, desde que tenham o mínimo de alfabetização. Para melhor aproveitamento da experiência, sugiro:


• Acompanhamento de um adulto (dependendo da forma de jogar)

• Seleção de algumas cartas apenas (conforme vocabulário de quem joga)

• Usar o baralho inteiro e descobrir o significado das cartas ao jogar, enriquecendo o letramento/vocabulário emocional.

• É possível que crianças e adolescentes participem de jogos com adultos, cabendo a quem facilita cuidar para que a experiência seja inclusiva e cuide de todos.

• Criar formas de jogar que envolvam desenhos, para integrar outros sentidos.


Importante lembrar que a metodologia da Comunicação Empática (5 passos) leva em conta a capacidade analítica que possibilita uma troca empática, afetiva que desenvolve nossa capacidade de ação, ao contrário de uma simples reação ao sentimento identificado.


Divirta-se jogando, aprendendo, enriquecendo seu vocabulário emocional!

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STELLA BITTENCOURT

 

LIFE STRATEGIST

 

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